BiblioCamões
"Sempre imaginei que o paraíso será uma espécie de biblioteca." - Jorge Luís Borges
22 de Maio de 2012
17 de Maio de 2012
VII Concurso Literário Camões - premiados
Os premiados na modalidade de conto foram:
1º prémio - David Pratas Brito
2º prémio - Mariana Vieira Lopes
3º prémio - Mariana Vieira Lopes
Os premiados na modalidade de poesia foram:
3º prémio - Patrícia Guerreiro
Menção honrosa - David Pratas Brito
Menção honrosa - João de Matos
1º prémio - David Pratas Brito
2º prémio - Mariana Vieira Lopes
3º prémio - Mariana Vieira Lopes
Mariana e David no auditório
3º prémio - Patrícia Guerreiro
Menção honrosa - David Pratas Brito
Menção honrosa - João de Matos
14 de Maio de 2012
Hoje - o Grupo de Teatro da Esc. Sec. de Camões apresenta...
Às 15 h, no Auditório Camões, será representada a peça "O crime da Aldeia Velha", de Bernardo Santareno, pelo grupo de teatro da nossa escola. A peça, encenada pela professora Clara Silva, e com cenografia do professor Mário Mendes, conta com um elenco de alunos e professores.
A todos aconselhamos que não percam a última representação desta peça pois vale bem a pena - não só para vermos que os nossos actores demonstram uma força e uma entrega total a personagens que vivem um drama terrível, baseado em factos verídicos, como para verem uma belíssima encenação, um cenário fantástico e uma sonoplastia de muito bom gosto!
Não percam hoje o espetáculo - às 15h!!!!
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atividades escolares,
teatro
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9 de Maio de 2012
Novidades na BE/CRE - Paris 36
PARIS 36
De CRISTOPHE BARRATIER
Primavera de 1936. Num subúrbio a norte de Paris, a vitória triunfante da Frente Popular nas eleições é vivida com grande entusiasmo e na esperança de um futuro melhor. mas a alegria, originada pela promessa do novo governo em aprovar a lei das férias pagas, não é partilhada por todos: Chansonia, o teatro local encerra as suas portas, deixando três amigos no desemprego. Cada um tem motivos diferentes, mas todos partilham o mesmo sonho: encontrar um rumo para as suas vidas e fazer tudo por tudo para que o Chansonia renasça das cinzas…
Depois do sucesso alcançado com “Os Coristas”, Christophe Barratier regressa com “um musical irresistível e irrepreensível” (Elizabeth Weitzman, New York Daily News).
Nomeado para Óscar de Melhor Música
7 de Maio de 2012
"Chove. Que fiz eu da vida?" de Fernando Pessoa
Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, 'stou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!
in, Poesias inéditas de Fernando Pessoa, ed. Ática
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!
Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...
Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, 'stou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!
in, Poesias inéditas de Fernando Pessoa, ed. Ática
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literatura portuguesa,
poesia
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3 de Maio de 2012
António Ramos Rosa
(...)
O que se escreve na precisão de quanto é dito
mas é também abrir áleas no ilimitado e no incógnito."
António Ramos Rosa, in O Livro da Ignorância, 1988, p.70
30 de Abril de 2012
As mãos - de Manuel Alegre
As mãos
Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.
Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade
in, O canto e as armas de Manuel Alegre
Na passada 5ª feira, Manuel Alegre esteve na nossa escola, a convite da Direção, para as comemorações do 25 de abril. Antes da sua intervenção, e perante uma plateia entusiasmada, atuou o Coro Camões que cantou três músicas alusivas ao 25 de abril. De seguida o Grupo de Teatro Camões dramatizou dois poemas de Manuel Alegre - "Trova do vento que passa" e "As mãos" - cuja encenação foi brilhante. Parabéns ao Coro e ao Grupo de Teatro.
Seguidamente Manuel Alegre falou sobre a data - o 25 de abril e sobre um cantor - Adriano Correia de Oliveira. Começou por "ensinar" aos jovens como era viver em Portugal antes do 25 de abril - a miséria, a fome, as dificulades na educação... Deu uma aula sobre o que foi e o que hoje representa o 25 de abril - mostrando-se muito crítico ao que hoje em dia se passa em Portugal.
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